O custo de deixar para depois decisões financeiras

por Leianne Correia

Procrastinar é o ato de adiar algo ou prolongar uma situação para ser resolvida depois. Sabia que este comportamento pode causar prejuízos financeiros? Deixar para depois decisões que mexam diretamente no seu bolso tem um custo que pode ser evitado.

Imagine que, sem estar esperando, você tem uma queda na renda. Desde uma redução salarial até a perda do emprego. Tal mudança afeta diretamente o orçamento e a primeira providência é rever seus gastos.

Mas tem gente que, talvez pelo impacto da mudança brusca, demora a tomar as providências necessárias. Acaba se enrolando, até se endividando. Se a pessoa tentar manter o mesmo padrão de antes da atual situação de baixa na renda, com certeza acumulará dívidas que podem se tornar impagáveis e gerar muitas dores de cabeça.

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Uma das opções é rever planos de TV paga e planos de telefonia celular. Avalie se você assiste todos os canais contratados ou usa toda a internet que paga no celular. Reduzir o plano de consumo ao que se ajusta à sua nova realidade pode significar economia nas contas.

Vale também reavaliar aquela academia da moda que você paga por mês, mas vai ocasionalmente. Pode trocar por uma mais barata, desde que haja o compromisso de praticar de fato atividade física. Estar matriculado e não ir, faz mal à saúde e ao bolso.

Reduzir as idas ao restaurante também está valendo. Até porque a opção de marmita está em alta. O custo de alimentação, adotando esta prática, pode cair bastante. Basta ter organização. Deixar para amanhã, pode azedar ainda mais seu frágil orçamento.

Veja tudo que pode negociar para baixar o custo. Desde migrar para um plano de saúde que caiba no bolso, até pedir ao gerente do banco uma tarifa reduzida da conta corrente.

E se você tiver alguma dívida pendente, corra atrás. Postergar a negociação dela só vai fazer com que ela cresça ainda mais. Haja prejuízo pagando juros altos desnecessariamente. Tente trocar dívidas com juros muito altos por taxas menores. Pesquise direitinho que é possível.

Também vale a pena achar alternativas para incrementar a renda. Com a onda crescente de desapego, não custa nada dar uma olhada no guarda-roupas as peças, em bom estado, e que não usa mais para vender. O que não faltam são brechós que trabalham em consignação. Tem até aplicativo que vende este objetos usados (de roupas a eletrodomésticos, passando por bijuterias e sapatos). Então, deixe de conjugar o verbo procrastinar na primeira pessoa e corra para equilibrar seu orçamento. Boa sorte.

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