Faça a sua poupança de emergência e evite surpresas

por Rosa Falcão

O carro quebrou de repente. Apareceu um vazamento no banheiro de casa. Surgiu um tratamento dentário de emergência. A farmácia ficou mais salgada com a compra de medicamentos mais caros. São gastos extras que podem surgir inesperadamente e que pesam no bolso. Sem contar com  a instabilidade econômica que pode pegar qualquer um de surpresa, como nos casos de desemprego. Para se preparar para os imprevistos faça a poupança de emergência. Em tempos de “vacas magras”  é difícil manter as contas em dia e guardar dinheiro. Mas saiba que é possível poupar desde que se tenha disciplina financeira.

Reserva X poupança
Para começo de conversa é preciso diferenciar a reserva de emergência da poupança que fazemos para realizar um sonho. Como por exemplo, fazer uma viagem, trocar o carro ou comprar um imóvel. Muitas pessoas conseguem incorporar o hábito de poupar para o futuro. Diferente da reserva financeira que deve ser feita para socorrer o bolso durante os imprevistos da vida. Como o objetivo não é a rentabilidade, mas a liquidez, o dinheiro pode ser deixado na caderneta de poupança.

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A importância do planejamento
O planejamento financeiro é o primeiro passo para formar a poupança de emergência. Vamos lá. Fazer uma radiografia das despesas, saber quanto ganha e quanto gasta, pagar as contas em dia para evitar os juros e os encargos, cortar os supérfluos e usar o cartão de crédito com parcimônia. É um bom caminho para poupar e se preparar para as intempéries da vida. O começo pode parecer difícil, mas seja perseverante e não desista.

Poupança de longo prazo
A poupança de emergência deverá ser formada ao longo do tempo. Para saber quanto precisa ter de reserva financeira, você deve somar todas as suas despesas fixas, incluindo moradia, alimentação, transportes, serviços e multiplicar por seis. O valor obtido é o que você precisa ter como reserva de emergência. Por exemplo: se você precisa de R$ 3 mil para pagar as contas do mês, o ideal é montar uma reserva de R$ 18 mil para segurar a onda dos gastos compulsórios.

Colchão amortecedor
A reserva financeira não vai ser conquistada do dia para noite. Mas se você tiver disciplina, planejamento e organização conseguirá formar um colchão amortecedor. Afinal, diz a sabedoria popular “de grão em grão a galinha enche o papo”. Pense que valerá a pena não ser surpreendido pelos imprevistos. Afinal, é melhor ter a poupança de emergência do que se endividar para arcar com gastos extras que bagunçam o orçamento. Pense nisso, e vá em frente.

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