9 dicas para começar um investimento

por Cláudia Santos

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Pensando em fazer um investimento? Ótima ideia. Antes de decidir onde  aplicar seu dinheiro faça uma check list nas suas finanças. Para dar uma forcinha veja algumas dicas para você se sair bem.

1- Veja como andam seus gastos – Tudo começa com o planejamento. Liste suas receitas (salários, renda de aluguel e outros) e suas despesas (fixas e variáveis) e dívidas. Faça as contas e veja se você está gastando mais do que ganha, empatado ou se está sobrando. Se não estiver no positivo, faça ajustes ou cortes no seu orçamento e reserve uma parcela para investir.

2- Escolha um objetivo – Você pode acumular dinheiro para conquistar vários sonhos. Financiar a faculdade, fazer uma pós, comprar um carro,  viajar, empreender, casar, ter uma aposentadoria tranquila. Pode ter metas de curto, médio e longo prazo ao mesmo tempo. O importante é definir em que pretende usar o dinheiro investido. Com uma meta, fica mais fácil reservar e aplicar seu dinheiro.

3- Descubra quanto custa seu sonho – Trabalhe com valores reais. Veja quanto vai precisar desembolsar para fazer sua viagem, seu curso, comprar uma TV nova, dar entrada no imóvel. Divida pelo período que vai precisar para obter o valor. Quanto maior o valor, mais tempo e investimento serão necessários para chegar lá.

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4- Separe a parte do investimento – Feitas as contas, separe mensalmente a quantia para alcançar seu objetivo. Seja persistente e mantenha a regularidade, reservando todo mês o valor previsto. Lembre-se que ganhos extras como a restituição do Imposto de Renda ou o décimo terceiro salário, também podem contribuir para engordar seu investimento.

5- Identifique seu perfil – Existem três perfis de investidores. O conservador não gosta de correr risco nenhum. O moderado, que admite uma aplicação um pouco mais arriscada, e o arrojado, que não tem medo de se aventurar. Veja em qual você se enquadra para escolher onde aplicar. E saiba que quanto maior o retorno do investimento, maior o risco.

6- Avalie os riscos – A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) lista como investimentos mais conservadores a caderneta de poupança, títulos públicos e fundos de curto prazo. Para os mais arrojados, os fundos multimercados. Já fundos cambiais, de renda de renda fixa, ações e debêntures podem ser de perfil moderado. O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) assegura um valor por CPF ao aplicador em algumas modalidades de investimento no caso de quebra da instituição financeira.

7- Veja antes de decidir – Identifique as condições de liquidez (em quanto tempo você pode retirar os rendimentos),  carência (período mínimo para resgate sem incidência ou com menor cobrança de taxas e impostos), a rentabilidade (quanto você vai obter de ganho líquido) e as taxas e impostos cobrados sobre o investimento.

8Informe-se sobre o que e onde está aplicando – É importante tentar entender onde você está colocando seu dinheiro.  No site da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais.) você pode ver as diferenças entre os vários tipos de investimentos. Busque informações sobre a instituição financeira na qual você está fazendo seu dinheiro render.

9Comece com pouco e avance – Os investimentos exigem um valor mínimo. Se você não dispõe da quantia suficiente para aplicar onde deseja, inicie com o que pode e passado o período de carência troque para uma modalidade em que quer fazer seu dinheiro render. Na calculadora do  Banco Central é possível saber quanto rende uma aplicação.

Boa sorte!

Quer saber mais sobre  investimentos confira nesse post

 

 

 

 

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